{"id":295,"date":"2025-12-22T15:00:20","date_gmt":"2025-12-22T18:00:20","guid":{"rendered":"http:\/\/covildaserpentego.com.br\/?p=295"},"modified":"2026-01-06T20:00:14","modified_gmt":"2026-01-06T23:00:14","slug":"dois-em-cada-tres-municipios-goianos-acumulam-dividas-com-fornecedores-diz-levantamento-da-cnmdificuldades-fiscais-marcam-primeiro-ano-de-mandato","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/covildaserpentego.com.br\/?p=295","title":{"rendered":"Dois em cada tr\u00eas munic\u00edpios goianos acumulam d\u00edvidas com fornecedores, diz levantamento da CNMDificuldades fiscais marcam primeiro ano de mandato"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img  title=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"667\" src=\"http:\/\/covildaserpentego.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/atraso-1.jpg\"  alt=\"atraso-1 Dois em cada tr\u00eas munic\u00edpios goianos acumulam d\u00edvidas com fornecedores, diz levantamento da CNMDificuldades fiscais marcam primeiro ano de mandato\"  class=\"wp-image-298\" srcset=\"http:\/\/covildaserpentego.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/atraso-1.jpg 1000w, http:\/\/covildaserpentego.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/atraso-1-300x200.jpg 300w, http:\/\/covildaserpentego.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/atraso-1-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O primeiro ano de mandato dos prefeitos goianos se encerra com um retrato preocupante das contas p\u00fablicas municipais. Levantamento da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Munic\u00edpios (CNM) mostra que 66% das prefeituras que responderam \u00e0 pesquisa no Estado, o que representa 120 dos 183 munic\u00edpios participantes, est\u00e3o com pagamentos de fornecedores atrasados. Al\u00e9m disso, 21% dos gestores que participaram do levantamento, representando 39 munic\u00edpios, v\u00e3o deixar contas sem cobertura or\u00e7ament\u00e1ria para 2026.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa, realizada entre 14 de outubro e 5 de dezembro de 2025, considerou 183 dos 246 munic\u00edpios goianos, o que representa 74% de participa\u00e7\u00e3o do estado no diagn\u00f3stico nacional. O levantamento alcan\u00e7ou 4.172 munic\u00edpios brasileiros, representando 75% do total do pa\u00eds, e revela um cen\u00e1rio de gestores pessimistas: 64% avaliam que a economia em 2026 ser\u00e1 ruim ou muito ruim.<\/p>\n\n\n\n<p>Paradoxo das contas municipais<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados da CNM evidenciam um paradoxo na gest\u00e3o municipal goiana. Enquanto 98% das prefeituras conseguem manter os sal\u00e1rios do funcionalismo em dia e pagar o 13\u00ba sal\u00e1rio, a maioria enfrenta dificuldades estruturais com fornecedores, contas apertadas e um cen\u00e1rio econ\u00f4mico que promete piorar justamente em ano eleitoral.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os munic\u00edpios goianos que responderam \u00e0 pesquisa, 93% dos gestores, correspondentes a 171 prefeituras, afirmaram que s\u00f3 conseguiram pagar a gratifica\u00e7\u00e3o natalina por causa do adicional de 1% do Fundo de Participa\u00e7\u00e3o dos Munic\u00edpios (FPM) em dezembro, um repasse extraordin\u00e1rio conquistado pela CNM e pelo movimento municipalista.<\/p>\n\n\n\n<p>No cen\u00e1rio nacional, o adicional de 1% do FPM totalizou R$ 7,6 bilh\u00f5es em dezembro, somando-se aos R$ 6,3 bilh\u00f5es j\u00e1 previstos para essa parcela do m\u00eas. O pagamento do 13\u00ba sal\u00e1rio aos mais de 8,3 milh\u00f5es de servidores p\u00fablicos municipais no pa\u00eds representa um impacto financeiro estimado em R$ 33,59 bilh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>O economista Fernando Tavares analisa que a depend\u00eancia do repasse extraordin\u00e1rio evidencia a fragilidade estrutural das finan\u00e7as municipais. \u201cOs munic\u00edpios conseguiram honrar suas obriga\u00e7\u00f5es com os servidores, mas o cen\u00e1rio revela que as receitas ordin\u00e1rias nem sempre s\u00e3o suficientes para cobrir as despesas correntes no fim do ano. Isso demonstra que os gestores trabalham com margens muito apertadas\u201d, observa.<\/p>\n\n\n\n<p>Press\u00e3o sobre os or\u00e7amentos<\/p>\n\n\n\n<p>O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Goiana de Munic\u00edpios (AGM), Jos\u00e9 D\u00e9lio J\u00fanior, prefeito de Hidrol\u00e2ndia, destaca que os munic\u00edpios enfrentam um momento delicado. Jos\u00e9 D\u00e9lio participou de reuni\u00e3o do Conselho Pol\u00edtico da CNM que discutiu a situa\u00e7\u00e3o fiscal dos entes locais e manifestou preocupa\u00e7\u00e3o com o di\u00e1logo entre esferas de governo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFoi um momento onde n\u00f3s combatemos efetivamente a falta de considera\u00e7\u00e3o do governo federal em n\u00e3o dialogar com os munic\u00edpios e n\u00e3o viabilizar uma recompensa aos que mais v\u00e3o perder nessa situa\u00e7\u00e3o do imposto de renda\u201d, afirmou o presidente da AGM.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Jos\u00e9 D\u00e9lio, a perda do imposto de renda retido na fonte, somada \u00e0 redu\u00e7\u00e3o projetada do FPM, cria um cen\u00e1rio de instabilidade para a gest\u00e3o financeira das prefeituras. \u201cN\u00f3s precisamos trabalhar juntamente com o governo federal para que esses pisos, se aprovados, tenham uma contrapartida. O governo deve enviar os recursos para que a gente possa pagar. N\u00e3o conseguimos comprometer ainda mais os or\u00e7amentos municipais\u201d, declarou.<\/p>\n\n\n\n<p>O levantamento da CNM mostra que o primeiro ciclo da gest\u00e3o 2025-2028 foi marcado por desafios fiscais significativos. Em Goi\u00e1s, as restri\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias lideram os entraves enfrentados pelos gestores, sendo citadas por 16% dos respondentes como o principal problema.<\/p>\n\n\n\n<p>Nacionalmente, a crise financeira e a falta de recursos aparecem como o maior desafio para 80,2% dos gestores municipais. A instabilidade pol\u00edtica e econ\u00f4mica foi mencionada por 67,5% dos respondentes, enquanto os desafios na gest\u00e3o da sa\u00fade foram citados por 63,4% e os reajustes salariais concedidos ao longo de 2025 apareceram em 62,2% das respostas.<\/p>\n\n\n\n<p>Impacto do atraso com fornecedores<\/p>\n\n\n\n<p>O especialista em gest\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas Roberto Almeida avalia que os munic\u00edpios iniciaram seus mandatos em situa\u00e7\u00e3o adversa. \u201cOs prefeitos receberam gest\u00f5es com passivos elevados e precisam equilibrar o pagamento de servidores, fornecedores e a manuten\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os essenciais. Quando surgem novas obriga\u00e7\u00f5es sem compensa\u00e7\u00e3o federal, o or\u00e7amento fica ainda mais comprometido\u201d, analisa.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Almeida, o atraso no pagamento de fornecedores compromete a capacidade de gest\u00e3o. \u201cCom fornecedores no vermelho, obras ficam paradas e servi\u00e7os s\u00e3o comprometidos. Isso dificulta o cumprimento de promessas de campanha e a implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas nos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos de mandato\u201d, destaca o especialista.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa mostra que os 120 munic\u00edpios goianos com fornecedores atrasados representam a maioria expressiva das prefeituras do estado. Esse cen\u00e1rio coloca em risco a execu\u00e7\u00e3o de obras de infraestrutura, manuten\u00e7\u00e3o de equipamentos p\u00fablicos e continuidade de servi\u00e7os terceirizados essenciais para a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Restos a pagar comprometem 2026<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa da CNM revela que 21% das prefeituras goianas deixar\u00e3o despesas que seriam realizadas em 2025 para o pr\u00f3ximo exerc\u00edcio, uma vez que n\u00e3o h\u00e1 fonte de recursos suficiente para efetivar esses pagamentos ainda neste ano. Esse ac\u00famulo de compromissos financeiros, conhecido como Restos a Pagar, significa que 39 munic\u00edpios goianos pagar\u00e3o despesas de 2025 com o or\u00e7amento de 2026.<\/p>\n\n\n\n<p>Nacionalmente, 31% dos munic\u00edpios brasileiros est\u00e3o na mesma situa\u00e7\u00e3o. Roberto Almeida explica as consequ\u00eancias dessa pr\u00e1tica. \u201cO prefeito come\u00e7a o segundo ano de mandato com uma parte significativa da receita j\u00e1 comprometida para pagar d\u00edvidas do ano anterior. Isso reduz drasticamente a capacidade de investimento em novas obras e melhorias\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>O especialista aponta ainda outros riscos. \u201cSe o volume de restos a pagar for maior que a disponibilidade de caixa, o munic\u00edpio pode perder sua Certid\u00e3o Negativa de D\u00e9bitos e ficar impedido de assinar conv\u00eanios estaduais e federais. Isso paralisa ainda mais a gest\u00e3o e dificulta o acesso a recursos para investimentos\u201d, alerta Almeida.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar das dificuldades, 68% das prefeituras goianas afirmaram que conseguem fechar as contas do ano, demonstrando que a maioria dos gestores tem mantido algum controle sobre as finan\u00e7as municipais, mesmo diante das restri\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Goi\u00e2nia<\/p>\n\n\n\n<p>A capital goiana ilustra os desafios enfrentados pelos munic\u00edpios maiores. Para fazer o ajuste fiscal necess\u00e1rio ap\u00f3s herdar uma d\u00edvida de aproximadamente R$ 3,6 bilh\u00f5es da gest\u00e3o anterior, a Prefeitura de Goi\u00e2nia adotou medidas como o Refis 2025, programa de refinanciamento de d\u00edvidas tribut\u00e1rias que realizou mais de 12 mil atendimentos e&nbsp; arrecadados R$ 153,4 milh\u00f5es entre pagamentos \u00e0 vista e acordos parcelados.<\/p>\n\n\n\n<p>O ajuste fiscal, no entanto, exigiu sacrif\u00edcios. Goi\u00e2nia reduziu investimentos em 27,11% no segundo quadrimestre de 2025. As despesas de capital ca\u00edram 28,48%, o que indica diminui\u00e7\u00e3o em obras e projetos de infraestrutura. A estrat\u00e9gia permitiu que o munic\u00edpio registrasse um super\u00e1vit prim\u00e1rio de R$ 678,8 milh\u00f5es, revertendo o d\u00e9ficit do mesmo per\u00edodo de 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>A arrecada\u00e7\u00e3o cresceu e atingiu R$ 6,65 bilh\u00f5es, com destaque para impostos como ISSQN, IPTU e IRRF. A Prefeitura j\u00e1 quitou R$ 276 milh\u00f5es em d\u00e9bitos deixados pela administra\u00e7\u00e3o anterior e trabalha para elevar a nota Capag de C para B no pr\u00f3ximo rec\u00e1lculo do Tesouro Nacional, previsto para abril de 2026.<\/p>\n\n\n\n<p>A Assembleia Legislativa aprovou em dezembro a prorroga\u00e7\u00e3o do reconhecimento de calamidade p\u00fablica na Secretaria Municipal de Sa\u00fade por 180 dias, com 23 votos favor\u00e1veis e seis contr\u00e1rios. A medida permite a manuten\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es excepcionais para garantir o atendimento e a continuidade dos servi\u00e7os essenciais de sa\u00fade, incluindo suspens\u00e3o de exig\u00eancias or\u00e7ament\u00e1rias e agiliza\u00e7\u00e3o de processos emergenciais.<\/p>\n\n\n\n<p>O economista Fernando Tavares avalia que o caso de Goi\u00e2nia exemplifica o dilema dos gestores municipais. \u201cA capital conseguiu organizar as contas e gerar super\u00e1vit, mas teve que sacrificar investimentos. A infraestrutura urbana demanda recursos constantes, e a redu\u00e7\u00e3o de obras n\u00e3o pode se prolongar sem comprometer o desenvolvimento da cidade\u201d, analisa.<\/p>\n\n\n\n<p>Expectativas negativas para 2026<\/p>\n\n\n\n<p>O levantamento da CNM mostra que os gestores goianos est\u00e3o entre os mais pessimistas do pa\u00eds em rela\u00e7\u00e3o a 2026. Enquanto 64% avaliam que a economia ser\u00e1 ruim ou muito ruim no pr\u00f3ximo ano, apenas 10% t\u00eam expectativa muito boa para o cen\u00e1rio econ\u00f4mico. Outros 15% mant\u00eam expectativa indiferente quanto ao futuro.<\/p>\n\n\n\n<p>Jos\u00e9 D\u00e9lio refor\u00e7a a preocupa\u00e7\u00e3o com as chamadas pautas-bomba, projetos que criam novos pisos salariais ou despesas obrigat\u00f3rias sem defini\u00e7\u00e3o de fonte de custeio. \u201c\u00c9 invi\u00e1vel a maneira que est\u00e1 acontecendo hoje essa gama de pautas-bomba. N\u00f3s n\u00e3o somos contra as categorias, somos contra o populismo e a falta de responsabilidade. Essa condu\u00e7\u00e3o traz preju\u00edzo aos munic\u00edpios goianos e brasileiros no geral\u201d, afirmou o presidente da AGM.<\/p>\n\n\n\n<p>O especialista Roberto Almeida observa que o pessimismo dos gestores tem fundamento. \u201cOs prefeitos veem um horizonte de incertezas. Com fornecedores atrasados, contas apertadas e a perspectiva de novas despesas obrigat\u00f3rias sem compensa\u00e7\u00e3o, fica dif\u00edcil planejar investimentos. O ano eleitoral aumenta essa tens\u00e3o\u201d, analisa.<\/p>\n\n\n\n<p>Almeida aponta que 2026 ser\u00e1 um teste para as gest\u00f5es municipais. \u201cOs munic\u00edpios que conseguirem manter o controle fiscal e ampliar suas receitas pr\u00f3prias ter\u00e3o mais condi\u00e7\u00f5es de atravessar o ano eleitoral. Mas a depend\u00eancia de repasses federais e a margem apertada de manobra fazem com que qualquer varia\u00e7\u00e3o na arrecada\u00e7\u00e3o ou aumento de despesas comprometa seriamente as finan\u00e7as locais\u201d, avalia o especialista.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa da CNM indica que os 183 munic\u00edpios goianos que participaram do levantamento enfrentam desafios semelhantes aos verificados nacionalmente. A diferen\u00e7a est\u00e1 na intensidade do pessimismo em rela\u00e7\u00e3o ao futuro e no volume de prefeituras com fornecedores atrasados, situa\u00e7\u00e3o que marca o encerramento do primeiro ano das gest\u00f5es 2025-2028.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O primeiro ano de mandato dos prefeitos goianos se encerra com um retrato preocupante das contas p\u00fablicas municipais. Levantamento da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Munic\u00edpios (CNM) mostra que 66% das prefeituras que responderam \u00e0 pesquisa no Estado, o que representa 120 dos 183 munic\u00edpios participantes, est\u00e3o com pagamentos de fornecedores atrasados. 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